quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Memórias




Faz hoje três anos que tanto estavamos a ter a alegria por que esperavamos à 9 meses como também estavamos a ter a maior tristeza que podiamos ter neste mesmo dia. Tristeza e alegria, dois sentimentos tão diferentes e que conjugados de uma só vez a sensação é algo de muito estranho, nem sabemos se havemos de sorrir ou de chorar... Chega de estar para aqui a falar por segundas palavras que não levam nnguém a perceber do que eu estou para aqui a falar, a alegria de que eu tanto falo é a princesa que nasceu, a Matilde, e a tristeza foi o falecimento de uma pessoa muito especial nas vidas de toda a minha familia, o meu Avô.
Eram 6:50 da manhã quando à três anos ligam para a minha mãe do hospital onde o meu Avô se encontrava internado e embora a minha Mãe já soubesse para que seria aquele telefonema parecia que não queria ouvir o que o médico tinha para lhe dizer. Por eronia do destino nessa noite tinha-me apetecido ir dormir a casa da minha prima Liliana e quem me acordou com esta noticia horrosa foi a minha Tia a chorar desalmadamente. Quando vou a pegar no meu telemovel que se encontrava sem som deparo-me com imensas chamadas perdidas da minha Mãe e nem sequer lhe liguei de novo porque já sabia o porquê daquilo. Vesti-me a correr, assim como o fez toda a gente que estava naquela casa e fomos até à minha Avó onde ainda consegui ver a minha Mãe e a Ana, que coitada já estava com uma barriga que mal se conseguia aguentar em pé, na verdade ela já ia de partida para o hospital para ter a nossa princesa mas antes disso, e com aquela confusão, o meu primo André decidiu ir levar a minha Mãe e a minha Tia Nela até ao hospital para tratarem de todas aquelas barbaridades que eu nada concordo. Não vou estar a contar mais dete dia, principalmente os detalhes, não é por não querer mas sim porque são coisas muito intímas que eu senti que não quero que mais ninguém saiba e paralém disso é mexer em muitas feridas que na realidade ainda não estão saradas...
Hoje quero recordar a alma do meu Avô, o meu herói, o meu traste ruim, mas que apesar de todos os defeitos tinha um enorme amor por ele, assim como toda a minha familia, mas apenas quero falar por mim. Quero também aproveitar para dar os parabém à minha Matilde que está uma reguila e com uma genica que não há ninguém neste mundo que a consiga parar.


"A vida são umas férias que a morte nos concede. Infelizmente as do meu querido Avô acabaram mas por ironia do destino começaram as da minha filha! Bem vinda Matilde!"



Palavras não bastam, palavras não descrevem a dor que eu sinto por ti meu Avô! / Como o Macaco gosta de bananas eu gosto de ti Matilde!




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